quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

PARAÍSO ON DEMAND

Já disse mais de mil vezes aqui no blog que Ilhabela é um paraíso a poucas horas de São Paulo. Agora atualizo para paraíso on demand, já que tudo hoje em dia está ao alcance de um clic via pix… (Até a fila da balsa pode ser evitada por um agendamento digital). Continuo amando a ilha em si e tudo o que nela está contido. Praias, cachoeiras, igrejas, capelas, ruazinhas, casarios, palmeiras, flores e vistas de tirar o fôlego. Tenho me sentido velho para algumas demandas que antes tirava de letra. Como a escada que leva até a casa que alugamos no alto do morro em frente à Praia do Curral. Agora ela parece não ter mais fim para mim. E a trilha que fizemos hoje para conhecer a cachoeira do Veloso, que me deu a sensação de já estar indo para o céu ao encontro de Deus Pai, tamanha a duração da subida morro acima... Por outro lado, redescubro pequenas belezas a poucos passos de onde estou como a capelinha que fica entre as praias do Curral e Veloso, que já visitara na primeira vez que estive aqui e hoje reencontrei com a alegria de quem recebe um presente de Natal. Aproveitei para rezar, agradecer - sempre - e pedir por mim e por todos os que amo… Deus permita que eu sempre possa voltar a esse lugar encantado e redescobri-lo com mais e mais encantos e alegrias. E, de preferência, com menos escadas e montanhas a escalar… Nosso Natal está sendo único e renovador. Tenho sido tomado por ondas de amor desde que fui a Porto Alegre em novembro fazer meu espetáculo Caio em Revista. Essas ondas me pegam e me fazem retransmiti-las a todos à minha volta. Acho válido e digno, ainda mais nesse momento em que todos parecem querer somente discordar, boicotar, polemizar e cancelar uns aos outros. Do alto da minha felicidade isentona, de cima do meu muro lindo com vista para o mar (eu sou tão inseguro porque o muro é muito alto) desejo a todos os que me leem, me seguem, me curtem, me adoram, me desejam - aloka - um felicíssimo Natal, um Ano Novo maravilhoso de fato, o fim das picuinhas e discordâncias e a maravilhosa e inacreditável união entre os povos. (E pra dar o salto me amarro na torre no alto da montanha) Para haver amor entre os homens! Como sou ingênuo e poliana, devem estar pensando - com razão - os que chegaram até aqui. Mas não é exatamente disso que estamos precisando? (Amarradão na torre dá pra ir pro mundo inteiro, e onde quer que eu vá no mundo eu vejo aminha torre) Fica a dica... Entre parêntesis citações de Sandra, canção de Gilberto Gil. Na foto, a capelinha da Praia do Veloso.

2 comentários:

  1. Amigo querido, que lindo esse Natal escolhido saindo completamente do convencional. Um dia, quando eu for bem velhinho, digo bem velhinho porque velho eu já sou, quero desapegar das compras, das confraternizações, das decorações e desse boneco vestido de veludo vermelho nesse calor dos trópicos baianos. Até lá sigo meu caminho, mas olhando sempre ao redor porque ainda não morri. Beijos natalinos.

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    1. Odilon, querido! O Natal está em nós, independente de como o comemoramos. Ou não. Beijos de fim de ano!

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