domingo, 26 de abril de 2026

63 OUTONOS

Vim passar mais uma vez o meu aniversário em Camburi, no litoral norte de São Paulo. Quem me conhece sabe que adoro fazer anos junto ao mar. Desta vez vim sozinho, Weidy está ocupadíssimo com trabalhos na capital. Adoro passar o meu aniversário sozinho. Adoro viajar sozinho, estar na minha própria companhia é algo que muito me apraz. Completei sessenta e três outonos. Fazer sessenta e três anos não chega a ser uma efeméride; não é muito mais do que sessenta e nem muito menos do que sessenta e cinco ou setenta. É só mais um aniversário de transição, igual a vários outros que passamos. Nunca ouvi falar de alguém que fez uma grande festa para comemorar os sessenta e três anos rsrs. Mas sou um apaixonado por aniversários, amo comemorá-los seja como for. Fico muito feliz no dia do meu nascimento e, como já cantaram Kleyton e Kledir, ser feliz é tudo o que se quer… Nesse momento tenho muita vontade de estar no palco. Voltar aos palcos. Isso inevitavelmente me lembra Rita Lee: Disseram que o palco não é mais aquele lugar, mas do jeito que a gente me olha de frente como eu vou parar? Tenho também muita vontade de voltar a Paris. Morar em Paris. Viver a cidade. Revivê-la. Quero muito publicar meus escritos, meus contos, minhas memórias da Terça Insana, quem sabe uma seleção de posts aqui do blog... Jogo tudo para o Universo. Ou peço para o meu Anjo da Guarda que, segundo meu amigo Paulo Vicente, no dia do meu aniversário é só pedir que ele me concede... São desejos de um idoso que não se entrega, não se conforma, não se mixa para a idade rsrs. Que bom que tenho Camburi pertinho de mim. Afinal de contas, assim como Paris, sempre teremos Camburi... Na foto, eu feliz que só, brindando com champanhe meu aniversário junto ao mar.

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